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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Literatura de cordel

                                                                    História do "Bio"

Um lugar tão distante
Onde ninguém queria se instalar
Era quase um fim de mundo
Só sabe explicar quem viver lá
Benedito Bentes é o seu nome
Oh lugar longe pra se morar!

Benedito Bentes sempre se chamou
É homenagem a um empresário
Que lá nunca morou
De Manaus veio com sua família
E em Maceió se instalou

Manoel Bentes era seu pai
Veio para Maceió trabalhar
Era casado e tinha quatro filhos
Resolveu um deles de Benedito chamar
O bairro ficou com esse nome
Para este filho homenagear

Vivia como se alagoano fosse
E com uma alagoana logo se casou
Misturando assim seu sangue
Com o de Vega, uma linda flor
Viveram muitos anos
E Vega oito filhos gerou

O bairro é bastante conhecido
É o mais populoso da cidade
Tem mais de oitenta ruas
Todas com muita simplicidade

É um bairro bastante isolado
Tem somente uma via de acesso
Mas o desenvolvimento tem se aproximado
Mais uma pista trará mais progresso

É tante gente morando lá
Que ônibus fica difícil pegar
Diversão não se encontra em todo lugar
Fica tudo muito distante
E quem não tem carro tem que se virar

O rio fica bem pertinho
Dá até pra ir à pé
Mas é ruim de ir sozinho
Só fica bom se uma galera a gente tiver

Hoje com tanta gente morando
Até um shopping já se instalou
Mais moradores vai ganhando
Sinal que o desenvolvimento chegou
Mas nãoa dianta o desenvolvimento chegar
Se a infraestrutura não melhorar

Moro lá desde que nasci
Até hoje já bem crescida
Muita coisa já vivi
Nessa terra por muitos querida.

Análise do filme - Invictus

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAOAS
CENTRO DE EDUCAÇÃO
CURSO DE PEDAGOGIA
SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DE HISTÓRIA II
PROF. GIAN CARLO
RAISSA MEDEIROS FRAZÃO DE AZEVEDO

                                                                                  Sinopse
Recentemente eleito presidente, Nelson Mandela (Morgan Freeman) tinha consciência que a África do Sul continuava sendo um país racista e economicamente dividido, em decorrência do apartheid. A proximidade da Copa do Mundo de Rúgbi, pela primeira vez realizada no país, fez com que Mandela resolvesse usar o esporte para unir a população. Para tanto chama para uma reunião Francois Pienaar (Matt Damon), capitão da equipe sul-africana, e o incentiva para que a selação nacional seja campeã.


O filme Invictus começa a partir do resquício de uma “tragédia”. A História assombra a película do inicio ao fim. O passado de lutas e sacrifício de um povo e de Nelson Mandela (Morgan Freeman, em atuação notável) aparece mais como um fantasma que deve ser superado, um ponto de partida para a reconstrução de uma nova era. É menos um filme sobre o apartheid e mais um filme a partir dele, que não trata diretamente do assunto, mas que pensa sobre ele, que confronta os sentimentos do público sobre a temática.
Invictus se constitui de uma dialética: de um lado, um documento sobre o visível, sobre a África do Sul reconstruída que o filme capta de forma concreta, do outro o peso do não-vísivel, do preconceito e da intolerância que estão presentes na memória e nos rostos dos personagens marcados por dolorosas lembranças (e que atinge o seu ápice na visita do capitão da equipe de rúgbi François Pienaar (Matt Damon) à antiga prisão em que Mandela esteve encarcerado durante vinte e sete anos). O filme acompanha os meses seguintes à vitória de Mandela à presidência, e toda a sua convicção de que será capaz de unificar a população do país, realçando o seu papel de um grande líder hábil em evitar que se reforce o ciclo de medo que sempre existiu em sua pátria, esforçando-se ao máximo para romper esse circulo vicioso de ódio e rancor.
Invictus é também sobre esporte, mas se diferencia de filmes que retratam apenas a importância dos jogos, não fazendo com que eles se tornem o interesse principal do filme, mas sim um dispositivo elegantemente disfarçado nos detalhes da dramaturgia para alcançar a sua devida conotação política. O presidente Mandela busca utilizar a praticidade dos valores universais e imediatamente reconhecíveis do esporte como recurso para a união entre seu povo, impulsionando a desmotivada seleção de rugby da África para vencer o campeonato mundial prestes a ser sediado pelo próprio país.
Invictus é sobre personagens dispostos a morrer ou se sacrificar por uma causa ou crença inabalável, e essencialmente um filme sobre uma nação e seu novo líder, e que nos mostra a História acontecendo tão perto de nosso tempo”.
Na vida real, esporte e política sempre caminharam lado a lado. É só lembrar, por exemplo, dos esforços de Hitler para tentar provar a tal “supremacia ariana”, durante as Olimpíadas pré-Segunda Guerra. Ou da exploração da imagem da seleção brasileira de futebol durante a ditadura Médici em 1970 (idem Argentina em 78), ou ainda do atentado contra atletas judeus nas Olimpíadas de Munique, em 1972. Isso apenas para citar alguns exemplos. No cinema, porém, talvez nunca o tema tenha sido abordado com tanto talento e emotividade como em Invictus. Não é um filme sobre rúgbi. Não é um filme sobre Nelson Mandela. Invictus é sobre a possibilidade da igualdade entre as raças e as condições sociais. Da união entre diferentes. Da tolerância. Enfim, de todas estas maravilhosas utopias que amamos acreditar. Em meio ao ódio, Mandela cria uma política do perdão. “O perdão remove o medo, por isso é uma arma tão poderosa”, ele prega. Sua proposta é “surpreender o inimigo com tudo o que eles nos negaram”. Mas a maior surpresa dos primeiros dias do novo governo é que, atolado em todos os tipos de problemas, o presidente prefere dar prioridade à seleção sul-africana de rúgbi, prestes a disputar a Copa do Mundo deste esporte tão estranho aos nossos olhos sul-americanos. A decisão parece absurda, mesmo porque ele sequer é fã do esporte. Mas Mandela tem um plano: ele visualiza naquele jogo o fator que pode integrar a nação desfaçelada, o elo que pode unir brancos e negros.






sábado, 12 de novembro de 2011

Museu do Louvre


O Museu do Louvre, instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rua de Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées, e dá forma assim ao núcleo onde começa o Eixo histórico. É onde se encontra a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, enormes coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas. O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.O Louvre é gerido pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux. É o museu mais visitado do mundo em 2007 teve 8,3 milhões de visitantes, em 2009 com 8,5 milhões.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_do_Louvre.



 Praça do Relógio e o Pavilhão do Louvre




















Dentre as muitas galerias possíveis de ser vista no site do museu ( disponível em francês e inglês), no link http://www.louvre.fr/llv/oeuvres/liste_approche_visuelle.jsp?FOLDER%3C%3Efolder_id=9852723696500758&CURRENT_LLV_APP_VISU%3C%3Ecnt_id=10134198673229782&FOLDER%3C%3EbrowsePath=10134198673229782&theme=ALL  você pode conferir a galeria Mitologia - deuses e heróis, que apresenta esculturas e pinturas sobre o tema.


 
Osiris, Isis and Horus: pendant bearing the name of King Osorkon II. Gold, lapis and red glass, 874–850 BC (22nd Dynasty).

Objeto histórico


Durante muitos anos a máquina de costura Leonam disputou a preferência das mães e avós nas décadas de 50 e 60 com as marcas VIGORELLI, SINGER e ELGIN.
Essas quatro empresas sempre tiveram seus nomes vinculados ao ato de costurar, embora também fabricassem produtos para outros fins.
 A máquina Leonam era produzida pela empresa "MANOEL AMBRÓSIO FILHO S/A", estabelecida no bairro da Lapa, na cidade de São Paulo. A palavra “Leonam” tinha tudo a ver com o nome do empresário fundador e proprietário da firma (que aparece na denominação social da empresa), é o contrário de Manoel. Os anúncios abaixo revelam um pouco do contexto histórico-social que circulam em torno desse objeto histórico: Na propaganda de 1958 podemos perceber a imagem da mulher materna, e a função do objeto é enaltecida, tornando-o indispensável. Já na propaganda de 1960 a mulher é vista com delicadeza, a imagem pode ser associada ao detalhe, a beleza e não mais a utilidade. Já no folhetim de 1964, percebemos a presença do apelo financeiro e facilidades de pagamento.
O contexto no qual minha avó viveu foi o primeiro, ao casar-se recebeu de presente de seu pai uma máquina de costura. Essa atitude demonstra os quantos às mulheres tinham que ser prendadas, pois deviam confeccionar roupas para suas famílias, normalmente de muitos filhos.
Depois da morte de minha avó, minha mãe ficou com a máquina. E como lembrança resolveu torná-la um objeto decorativo, tirou a parte superior, pintou o pedal e transformou-a em uma espécie de mesa.








               

terça-feira, 25 de outubro de 2011

2011... Esse papel de parede...

Voltei a turma da manhã, estudando mais de um horário, para compensar as disciplinas que faltaram à noite...Mayara e Rebecca continuam constantes... Invadiram meu blog e colocaram esse papel de parede, pois estou fazendo aula de francês, e ao vê-lo: lembraram de mim!!! :D
Mesmo com esse layout que não altera a largura resolvi deixá-lo.

Amoo estar com vcs meninas!

2010... Mais uma mudança...

No ano de 2010 fui estudar no turno noturno, começei a trabalhar no Colégio D'lins ensinando a turma do Infantil 5 e passei em 2º lugar para estagiária dos quartos anos do Ensino Fundamental no SESC. Foi nesse momento, que me aproximei da Mayara Cordeiro e da Rebecca, pois estávamos passando pela mesma mudança. Uma rotina exaustiva... Mas prazerosa! Descobri (MAYARA) e conheci pessoas maravilhosas à noite, especialmente a Carla, minha companheira de todas as horas durante esse ano. Não posso deixar de falar das minhas companheiras estagiárias, pense em um povo unido!? Além da Carla  e Rebecca: guida, Karol, Cláudia, Lívia, Itaneine e Chiara. Muito aprendizado!


Amigo Secreto da turma da noite, faltou a Carla, pra variar...


SESC 2010... Festa de São João em clima de copa.
Minha turma 1: 4 º ano b
Turma 2: 4 º ano A
Turma 3: Meus bebês na festa de NATAL.
Confratenrização SESC/SENAI... Apesar dos pesares... Boas lembranças!

Durante... (2008-2009)

 Penso que, poucos,  fizeram tanta festa!!! :D

Nós estudamos sabe?! Mas aproveitamos muitooo as amizades, as festinhasSs... Apenas algumas...

Nosso 1º amigo secreto/sacana...
Festinha à noite na UFAL
Meu aniversário de 19 aninhos!!!
Uma das muitas fotos, Deza e Taty no museu...




Mais uma festinha...
Mais um amigo secreto... Lá no meu ap... Salão de festas né gente!!! :)
Naty
Despois de muitas mudanças... Casamento da Hay... 2011

O Começo... (2008)

Realmente tive dificuldade de adaptação. Queria ser professora, mas me deparei com disciplinas que (naquele momento) não demonstravam nenhum significado. Eu vinha de um espírito/convívio intenso, repleto de desejos e sonhos juvenis (adolescentes). Sabe aquele desejo de extravasar (ou melhor, continuar extravasando...)??? Mas, quando entrei naquela sala, repleta de mulheres e meninas, que pareciam estar em um momento completamente diferente do meu... Somado ao desinteresse pelas disciplinas... Minha vontade era a de SAIR CORRENDO... No 2º semestre perdi duas disciplinas por falta. Como todo ambiente tem seus grupos, com nossa turma não foi diferente, mas sabem onde fui parar? No "grupo das meninas exemplares", estudiosas, inteligentes... e com namorados.. kkkk ... Realidade completamente diferente. Como era de se esperar, não deu muito certo. Foi então, que Eu, Andreza e Lívia Wanessa (Saudades viu amiga!) nos unimos mais, tínhamos mais afinidades. Porteriormente Lívia trancou o curso, e não sei explicar muito bem como, juntei-me ao grupo das... Vivendo intensamente!!! Agora sim, passei a ter mais prazer em ir à UFAL, ríamos constantemente, saíamos... Vocês nem imaginam o bem que me fizeram!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Apresentação do Projeto Integradores I...Deza, Samara, Profª Cleide Jane, Profª Anamelea, Thayanne, Profª graça e Camila com conjutivite.
Como trabalhava, ficava de fora de alguns passeios...: (
Festinha no velho João de Deus... Deza e Lívia
Dezaa
Meu povo doidooo... Hay, Lívia Cybelle, taty, Naty e Nanda (muita, muita, muita saudade) !!!!!!!!
 

O MELHOR MOMENTO!!!!

Talvez por ter sido o melhor momento da vida, tenha sido tão difícil mudar, me adaptar a rotina da UFAL. Lembro com a saudade mais intensa... das festinhas, dos risos, das discussões, dos debates, da alegrias, das loucuras, tanta coisa misturada... Que na verdade resultou no Pior terceiro ano do Colégio Atheneu, título jamais batido por nenhum outro... (rsrs) Mas, sinceramente, o melhor que construimos, pois tenho certeza, que mesmo nas falhas aprendemos, e saímos na frente, porque no roteiro da vida, preenchemos histórias impossíveis de descrever...


  Terceirão (B) 2008 - Colégio Atheneu - Minhas melhores lembranças


Um trio Inseparável.... (?!)

Último dia de aula: a escola parou!!!!
 
 Churrasco na piscina.

Na nossa formatura... Susan, um exemplo de vida... muito especial!

Na nossa formatura... tudo lindo!
LUTO ETERNO. Definitivamente nossa lembrança mais triste... Nossa amiga Lauriane, EXATAMENTE no dia do nosso reencontro, seis meses depois, prestes a iniciar seus estudos (Adm 2º sem. na UFAL)  se foi...


         Meus eternos... em um churrasco na casa do Fausto... Jarde e Rafa, presentes até hoje! Amo demais!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O passado explicando o presente...

"Você não sabe o quanto eu caminhei para chegar até aqui ... Percorri milhas e milhas antes... " 



Bem... Não tem como falar da minha escolha por Pedagogia sem começar falando dela... A responsável (indireta) ... rs

Cresci imersa no ambiente escolar... Minha mãe professora... E que professora! Apaixonada pela profissão! Sempre apresentou um discurso romântico (ou talvez eu só consiga lembrar dele) sobre a beleza, riqueza e gratidão em poder facilitar a construção do conhecimento, mesmo fazendo parte de uma realidade bem comum: Uma escola pública, sem muitos recursos, num bairro violento, salário baixo... Contudo, ela conseguia me convencer que muito poderia ser feito...  Pelo mundo, pelo País, minha cidade, minha rua, minha escola, meu aluno. Ainda acrescento o fato de ela ter fundado uma escola de bairro. Minha segunda casa.

Mesmo diante desse cenário, por volta dos 6, 7 anos  eu tinha três opções de profissões a serem seguidas: Gari (Eu adora ajudar na limpeza de casa, ficava implorando minha mãe para varrer a calçada... Dizia que queria ver o mundo limpinho... Odiava ver sujeira), médica (tinha que cuidar das pessoas doentes, não deixá-las morrerem) ou... Adivinhem? Professora (para ensinar a todo mundo e ninguém ficar burro). Sinceramente, só me lembro de brincar ensinando, principalmente quando "descobri" que tenho pavor a sangue e que "limpar o mundo" não era uma tarefa tão fácil assim.

Cresci... E aos 15 anos fui substituir a Rafaella (minha irmã, professora daquela escola que minha mãe era sócia), pois ela precisava ir ao médico. Ao me ver dando aula, a outra sócia da minha mãe disse que eu "levava jeito pra coisa" e a sugeriu que no próximo ano, quem sabe, eu não poderia dar aula?! Mesmo contrariada, minha mãe teve (eu sou muuuuito teimosa) que aceitar. Aos 16 anos comecei a ensinar numa turma do jardim II que tinha em média 12 alunos. Não é que deu certo?! Algumas crianças acabaram o ano lendo. No ano seguinte fui convocada a alfabetizar. Temi fracassar. Mais também deu certo. A escola era meu lugar preferido. Nesse momento eu acabava o Ensino Médio com a certeza de que no vestibular eu concorreria a vaga de um curso na área de HUMANAS. Parecia óbvia minha opção, mas a incerteza de outras realidades, o status social e especialmente o desejo de ter um salário mais alto me fizeram ficar indecisa entre os cursos de Direito, Psicologia e Pedagogia, nessa ordem. No entanto, eu não realizei uma boa prova no PSS1 ( novo modelo de prova, imatura, falhei especialmente nas questões abertas), e como o PSS3 seria realizado em um ano repleto de bagunça, despedidas, extravasadas... Decidi por não refazer as provas ( PSS Geral) e com receio da reprovação confirmei a minha terceira opção. APROVADA!




        Mainha e eu na sua formatura de graduação em Estudos Socias pelo CESMAC, em 1992.



  

 Durante o trote no terceiro ano (2007), muitas enfermeiras... Eu professora!


          Alguns, da minha primeira turma de alfabetização (2007).